A figura de de Jesus dentro dos evangelhos, o pintam como um santo e imaculado homem ao mesmo tempo que um frágil e humano Deus.
Jesus Cristo não somente centraliza em si a divisão da história, dentro de uma concepção de dualidade temporal, mas também a nova forma de se relacionar com o Divino.
Ele é a quebra do legalismo e dá uma nova forma as velhas leis. Pois se antes era necessário cumprir regras para conquistar o reino dos Céus (Basileia Ouranos), agora o fazemos em gratidão a Deus.
Em Cristo toda a intenção de Deus para a verdadeira humanidade é cumprida através Dele. Com isso entendemos qual é a vontade de Deus.
É em Jesus que encontramos portanto a nossa verdadeira identidade, Nele entendemos o que realmente somos, encontrando nos com o nosso verdadeiro eu, puro e smplesmente verdadeiro.
Vivemos dentro de um processo de confrontamento entre o meu eu usual (aquele que possui erros, sujeira e está em ligação a sujeira secularista) e o meu EU IDEAL (aquele que possui verdadeiramente quem eu sou em Deus, sincero e limpo).
Jesus rompe com diversas teorias, sejam religiosas(como o desrespeito ao sábado) ou políticas (como o dai a César o que é de César). Rompendo assim com toda a velha ortodoxia construída através dos séculos anteriores iniciadas em Moisés.
Ao jogar por terra os rituais, começa a reconstruir o valor do bom relacionamento com Deus, mudando a posição do “Santo dos Santos”. Se antes somente o sumo-sacerdote poderia atravessar a cortina que encobriam o Sagrado, agora Cristo reira o véu fazendo do mundo o lugar do Santo dos Santos.
Não ficamos mais para fora do véu, não ficamos mais esperando um sacerdote para falar com Deus. Nós podemos falar com Ele em proximidade. Ele está em nós.
Sendo Deus tanto de longe como de perto. E muito mais, sendo Deus dentro de Nós.
sábado, 24 de julho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Como a Prédica do Sermão degrada a Igreja
Estou relendo um livro muito interessante do Frank Viola que se chama "Cristianismo Pagão" e encontra-se disponível para download gratuito e autorizado em:
http://www.editorarestauracao.com.br/home.asp?lnk=livros
"Embora venerado por cinco séculos, o sermão convencional tem contribuído das mais variadas
http://www.editorarestauracao.com.br/home.asp?lnk=livros
Segue uma grande citação deste livro, para aguçar a curiosidade de vocês para lerem o livro inteiro:
"Embora venerado por cinco séculos, o sermão convencional tem contribuído das mais variadas
formas para a degradação da igreja.
Primeiramente, o sermão faz com que o pregador seja uma virtuose artística do culto
eclesiástico. Como resultado, a participação da congregação fica obstaculizada (na melhor hipótese)
e excluída (na pior hipótese). O sermão transforma a igreja em um auditório. A congregação
degenera em um grupo de espectadores apagados presenciando um evento. Não há espaço para
interromper ou questionar o pregador enquanto ele profere seu discurso. O sermão congela e trava o
funcionamento do Corpo de Cristo. O sermão promove um sacerdócio dócil por permitir que os
homens do púlpito com suas mãos agitadas88[88] dominem a reunião da igreja semana após semana.
Em segundo lugar, o sermão estanca o crescimento espiritual. Pelo fato de ser uma estrada de
uma só mão, o sermão embota a curiosidade e produz passividade. O sermão debilita a igreja no que
toca ao seu funcionamento. O sermão sufoca o mútuo ministério. Abafa a participação aberta.
Estanca o crescimento espiritual do povo de Deus.89[89]
Como cristãos, necessitamos funcionar, exercitar, caminhar para poder crescer.90[90] Podemos
crescer sentados como uma estátua de sal ouvindo um homem pregar de lá de cima do púlpito
semana após semana? De fato, uma das metas do estilo da pregação e ensino do NT é incentivar
você a funcionar.91[91] Isto encoraja você a falar na reunião da igreja.92[92] O sermão convencional
obstaculiza este processo.
Em terceiro lugar, o sermão conserva a mentalidade do clero antibíblico. Cria uma excessiva e
patológica dependência do clero. O sermão faz do pregador um especialista em religião, o único que
tem algo de valor a compartilhar. Trata todos os demais como cristãos de segunda categoria, como
esquentadores de banco (Embora isso não expresse o geral, é a realidade).93[93]
Como pode o pastor aprender dos demais membros do Corpo de Cristo quando eles estão
mudos? Como pode a igreja aprender do pastor quando seus membros não podem fazer perguntas
durante sua prédica?94[94] Como podem os irmãos e irmãs aprenderem uns dos outros se eles estão
amordaçados e não podem falar nas reuniões?
O sermão torna a “igreja” distante e impessoal.95[95] O sermão priva o pastor de receber o
sustento espiritual da igreja. O sermão priva a igreja de receber nutriente espiritual mútuo. Por estas
razões, o sermão é uma das maiores barricadas que impedem o sacerdócio funcional!96[96]
Em quarto lugar, em vez de equipar os santos, o sermão remove suas habilidades. Não importa
quão forte e extensamente o ministro fale acerca de “equipar os santos para a obra do ministério”, a
verdade é que a pregação de sermões não equipa ninguém para o serviço espiritual.97[97] Na
realidade, o povo de Deus acostumou-se tanto a ouvir sermões que os pastores acostumaram-se a
pregá-los. (Sei que alguns cristãos não gostam de pregações a cada semana, mas parece que a
maioria as desfruta).98[98] Em contraste com a pregação, o ensinamento do estilo neotestamentário
equipa a igreja para que funcione sem a presença do clero.99[99]
Em quinto lugar, o moderno sermão é totalmente contraproducente. A maioria dos pregadores é
especialista em coisas que nunca experimentou. Por ser abstrato e teórico, piedoso e inspirador,
demandante e obrigatório, entretido e ruidoso, o sermão não coloca os ouvintes em uma experiência
direta e prática daquilo que é pregado. Assim, pois, o sermão típico é uma lição de natação em terra
seca! Falta todo valor prático. Prega-se muito no ar, mas ninguém aterriza. A maioria das pregações
é dirigida ao lóbulo frontal. A moderna pregação do púlpito falha em ir além da mera disseminação
de informações sobre equipar crentes a experimentar e utilizar aquilo que escutam."
Se você se interessou, leia o livro, ele fala isso tudo com base, o livro é recheado de bibliografias riquíssimas. Mas que este livro não sirva para desanima-lo, e sim para converte-lo num agente transformador da realidade cristã atual.
Graça e Paz
Carlos Zillner
domingo, 23 de maio de 2010
Amazing Grace - Um convite a graça maravilhosa
Que graça maravilhosa,
Foi ela que me alcançou.
Me deu sentido, me deu vida.
E me chamou.
Mesmo viciado em mim mesmo,
mesmo perdido onde ninguém pode me encontrar,
mesmo que eu não fosse nada.
Foi a graça que me alcançou.
Me reconciliou e me salvou,
me deu sentido e direção.
E agora, eis que grande amor eu sinto,
por aquele que primeiro me amou.
Que Maravilhosa Graça!
Foi ela que me alcançou.
Me deu sentido, me deu vida.
E me chamou.
Mesmo viciado em mim mesmo,
mesmo perdido onde ninguém pode me encontrar,
mesmo que eu não fosse nada.
Foi a graça que me alcançou.
Me reconciliou e me salvou,
me deu sentido e direção.
E agora, eis que grande amor eu sinto,
por aquele que primeiro me amou.
Que Maravilhosa Graça!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Revista Super Interessante: Amor
Eu por muitas vezes fui um assinante da revista Super Interessante. Engraçado é que na maioria das vezes eu me frustro com o conteúdo de suas matérias. Digamos que 90% das vezes as matérias secundárias são muito mais científicas do que a matéria principal. O maior problema, na minha opinião, está em eles se proporem a fazer uma revista sobre ciência, sem respeitar a ética científica e apresentar conteúdos tendenciosos sem base na própria ciência.
No mês de Abril a revista tratou do assunto: "Amor". As chamadas da capa, índice e posteres da banca traziam a afirmação de que os cientistas estão descobrindo a lógica do amor. O início da matéria traz citações de Einstein e outros famosos, dizendo que o amor é algo impossível de se calcular e compreender, e logo após dizem algo como: "pois é, eles estavam errados".
Proposta no mínimo ambiciosa, desrespeitar a opinião de Einstein (ainda que seja suscetível a falhas), contestá-lo não é para qualquer um. O problema é que no desenrolar da matéria, percebemos que nada mais era que mais uma reportagem para vender revista, pois não estão descobrindo fórmula alguma, apenas fizeram uma pesquisa para descobrir quais as probabilidades de um relacionamento durar para a vida toda ou não. Em geral eu descobri que se meu par for 5 anos mais novo que eu, e eu for um pouco mais feio, me sentirei mais seguro. Se eu for um homem de traços fortes, a probabilidade de eu me separar é maior, pois, as mulheres procuram alguém mais compreensivo e carinhoso e não homens másculos, bonitos e gostosos porém violentos.
Conclusão que eu cheguei lendo tudo isso? Que o amor não tem fórmula... probabilidades não querem dizer nada, principalmente quando são tão variáveis. Se me dissessem que tenho 0,0000001% de chance de ter um relacionamento duradouro, chamaria isso de uma impossibilidade. Mas se tenho 20% de um jeito, 10% de outro, 30% de outro, 40% de outro... a que conclusão podemos chegar? Que a revista vendeu, mas os jornalistas não cumpriram seu papel de mostrar um conteúdo relevante e científico.
Porque estou postando isso num blog de teologia? Simples... tudo isso envolve a vida humana, a ciência humana, conceitos de amor, de relacionamentos, tópicos que a bíblia trata, pois, como muitos dizem, a bíblia é nosso manual de funcionamento. E se alguém vem e me diz que funciono diferente do que a bíblia está dizendo, temos de avaliar.
Apesar de tudo isso, volta e meia eu compro a revista para saber o que andam falando por ai, mesmo sabendo que verei muita baboseira. Mas como eu queria que tivéssemos uma revista de conteúdo científico sério no Brasil. Principalmente porque a revista trata de muitos assuntos ligados a religião, sempre passando sua visão ateísta ou cética. Mas reportagens sobre a arca de Noé que foi encontrada, nem pensar! Não importa ser um fato comprovado, o que realmente parece importar à corja da Super Interessante é manipular a opinião pública com o resguardo de ser conteúdo supostamente científico.
Gostaria realmente de ver que revistas e pessoas tivessem um propósito como o deste blog, buscar a verdade dos fatos, a verdade do funcionamento do mundo e de tudo que nos rodeia. Ser científico é isso não? Afinal de contas, para termos ciência de algo, isto precisa ser uma verdade. Ainda que seja a ciência de que algo é mentira, esta ciência ainda assim seria uma verdade. :-)
Graça e Paz
No mês de Abril a revista tratou do assunto: "Amor". As chamadas da capa, índice e posteres da banca traziam a afirmação de que os cientistas estão descobrindo a lógica do amor. O início da matéria traz citações de Einstein e outros famosos, dizendo que o amor é algo impossível de se calcular e compreender, e logo após dizem algo como: "pois é, eles estavam errados".
Proposta no mínimo ambiciosa, desrespeitar a opinião de Einstein (ainda que seja suscetível a falhas), contestá-lo não é para qualquer um. O problema é que no desenrolar da matéria, percebemos que nada mais era que mais uma reportagem para vender revista, pois não estão descobrindo fórmula alguma, apenas fizeram uma pesquisa para descobrir quais as probabilidades de um relacionamento durar para a vida toda ou não. Em geral eu descobri que se meu par for 5 anos mais novo que eu, e eu for um pouco mais feio, me sentirei mais seguro. Se eu for um homem de traços fortes, a probabilidade de eu me separar é maior, pois, as mulheres procuram alguém mais compreensivo e carinhoso e não homens másculos, bonitos e gostosos porém violentos.
Conclusão que eu cheguei lendo tudo isso? Que o amor não tem fórmula... probabilidades não querem dizer nada, principalmente quando são tão variáveis. Se me dissessem que tenho 0,0000001% de chance de ter um relacionamento duradouro, chamaria isso de uma impossibilidade. Mas se tenho 20% de um jeito, 10% de outro, 30% de outro, 40% de outro... a que conclusão podemos chegar? Que a revista vendeu, mas os jornalistas não cumpriram seu papel de mostrar um conteúdo relevante e científico.
Porque estou postando isso num blog de teologia? Simples... tudo isso envolve a vida humana, a ciência humana, conceitos de amor, de relacionamentos, tópicos que a bíblia trata, pois, como muitos dizem, a bíblia é nosso manual de funcionamento. E se alguém vem e me diz que funciono diferente do que a bíblia está dizendo, temos de avaliar.
Apesar de tudo isso, volta e meia eu compro a revista para saber o que andam falando por ai, mesmo sabendo que verei muita baboseira. Mas como eu queria que tivéssemos uma revista de conteúdo científico sério no Brasil. Principalmente porque a revista trata de muitos assuntos ligados a religião, sempre passando sua visão ateísta ou cética. Mas reportagens sobre a arca de Noé que foi encontrada, nem pensar! Não importa ser um fato comprovado, o que realmente parece importar à corja da Super Interessante é manipular a opinião pública com o resguardo de ser conteúdo supostamente científico.
Gostaria realmente de ver que revistas e pessoas tivessem um propósito como o deste blog, buscar a verdade dos fatos, a verdade do funcionamento do mundo e de tudo que nos rodeia. Ser científico é isso não? Afinal de contas, para termos ciência de algo, isto precisa ser uma verdade. Ainda que seja a ciência de que algo é mentira, esta ciência ainda assim seria uma verdade. :-)
Graça e Paz
terça-feira, 4 de maio de 2010
Destruí o "Santo dos Santos", e em tres dias o reconstruirei
Estava eu curtindo meu fim de semana, e em determinados momentos da minha vida, começam a vir pensamentos na minha cabeça e versículos aparecem e fazem um sentido totalmente diferente do que eu pensava antes. Consigo entender e juntar versículos que antes nunca havia relacionado.
Neste fim de semana foi isto que aconteceu, um incomodo pensamento que me deixa ao mesmo tempo maravilhado e indignado por viver tanto tempo em igrejas e não ouvir tais palavras.
Foi então que decidi registrar o pensamento que me veio, creio eu que por ação do Espírito Santo em minha vida, pois, eu mesmo relutei em acreditar. Na tentativa de registrar, procurei no Google pelos versículos que eu me lembrei, para saber a referencia. Foi quando encontrei um artigo de um ótimo blog que diz pelo menos 80% de tudo que eu estava pensando.
Segue o link Destruí este santuário e em tres dias o reconstruirei.
Ainda vou postar mais sobre isso e discutir melhor esta questão. Mas a pergunta que não quer calar é, qual o motivo de ainda preservarmos a existência de templos, sendo que Jesus nos mostra que o viver está na intimidade do dia a dia e na comunhão diária entre as pessoas?
Particularmente eu percebo que minha vida foi muito mais transformada vivendo com irmãos e procurando abençoar aos que necessitam de Deus, do que sentado num templo ouvindo a opinião particular de um "ministro" sobre a bíblia. Pelo que percebo foi assim que Jesus viveu, foi assim que a igreja primitiva viveu. As grandes reuniões eram esporádicas, assim como os sermões de Jesus.
Por que lutamos para justificar a existência de nossa religiosidade ao invés de viver como Cristo? Penso que por falta de fé, precisamos de algo mais palpável do que simples relacionamentos do dia a dia. Precisamos de algo físico que represente a presença de Deus... ou não :-)
A natureza pecaminosa do ser humano carece disso, mas o ideal é que não precisemos disso tudo. Afinal, somos ou não somos um novo homem?
Graça e Paz
Carlos Zillner
Neste fim de semana foi isto que aconteceu, um incomodo pensamento que me deixa ao mesmo tempo maravilhado e indignado por viver tanto tempo em igrejas e não ouvir tais palavras.
Foi então que decidi registrar o pensamento que me veio, creio eu que por ação do Espírito Santo em minha vida, pois, eu mesmo relutei em acreditar. Na tentativa de registrar, procurei no Google pelos versículos que eu me lembrei, para saber a referencia. Foi quando encontrei um artigo de um ótimo blog que diz pelo menos 80% de tudo que eu estava pensando.
Segue o link Destruí este santuário e em tres dias o reconstruirei.
Ainda vou postar mais sobre isso e discutir melhor esta questão. Mas a pergunta que não quer calar é, qual o motivo de ainda preservarmos a existência de templos, sendo que Jesus nos mostra que o viver está na intimidade do dia a dia e na comunhão diária entre as pessoas?
Particularmente eu percebo que minha vida foi muito mais transformada vivendo com irmãos e procurando abençoar aos que necessitam de Deus, do que sentado num templo ouvindo a opinião particular de um "ministro" sobre a bíblia. Pelo que percebo foi assim que Jesus viveu, foi assim que a igreja primitiva viveu. As grandes reuniões eram esporádicas, assim como os sermões de Jesus.
Por que lutamos para justificar a existência de nossa religiosidade ao invés de viver como Cristo? Penso que por falta de fé, precisamos de algo mais palpável do que simples relacionamentos do dia a dia. Precisamos de algo físico que represente a presença de Deus... ou não :-)
A natureza pecaminosa do ser humano carece disso, mas o ideal é que não precisemos disso tudo. Afinal, somos ou não somos um novo homem?
Graça e Paz
Carlos Zillner
sábado, 13 de março de 2010
O valor da Saudade!
O ser humano precisa redescobrir algumas palavras. Saudade. Expressão de perda ou afastamento, expressão viva do estar longe do que importa.
O ser humano perdeu a verdadeira saudade. Sentir a falta daquilo que cativa, daquilo que me importa.
Saudade de amar, saudade de ser amado,saudade da oração da mamãe, saudade de viver, saudade da ingenuidade infantil, saudade de expressar a vida, saudade de chorar por bons motivos, saudades de rir de verdadeiras piadas, saudade do consolo, saudade do abraço, saudade do perfume da manhã.
Precisamos rever o que é saudade. Arrepender-se do afastamento e desisitir do distanciamento. Reviver o sentido da vida, caminhando em busca do amor.
Eu tenho saudade do Sol na estrada. O Sol que nasce com força, após a madrugada fria da estrada. Sol que esquenta e dá vida as nossas esperanças e sonhos, que se concretizam no AGORA e no HOJE, mas que perduram no amanhã e no sempre.
O ser humano perdeu a verdadeira saudade. Sentir a falta daquilo que cativa, daquilo que me importa.
Saudade de amar, saudade de ser amado,saudade da oração da mamãe, saudade de viver, saudade da ingenuidade infantil, saudade de expressar a vida, saudade de chorar por bons motivos, saudades de rir de verdadeiras piadas, saudade do consolo, saudade do abraço, saudade do perfume da manhã.
Precisamos rever o que é saudade. Arrepender-se do afastamento e desisitir do distanciamento. Reviver o sentido da vida, caminhando em busca do amor.
Eu tenho saudade do Sol na estrada. O Sol que nasce com força, após a madrugada fria da estrada. Sol que esquenta e dá vida as nossas esperanças e sonhos, que se concretizam no AGORA e no HOJE, mas que perduram no amanhã e no sempre.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Oração para compreender o chamado
Danilo, tentei responder seu tópico, mas o blogspot não permitiu o numero de linhas que eu usei hehehe. Então abri um novo post.
Segue o comentário:
É...essa questão ficou na minha cabeça por muito tempo.
Uma breve oração :-)
- Senhor eu fui chamado?
- Sim meu filho.
- Então me de capacidade para liderar seu rebanho.
- Liderar?! Servir meu filho.
- Sim, eu vi no congresso da SEPAL, líder que serve, né? Não vejo a hora de ser pastor.
- Pastor?! Servir meu filho.
- Eu não fui chamado para ser pastor?
- Foi chamado para me seguir, e ai? Vamos?
- Mas eu não sou especial? Não tenho uma missão?
- Você é especial, por isso te chamei para me seguir, agora se quiser uma missão, quem sabe um dia você será meu mártir.
- Mártir?
- É uma honra... bem aventurado aquele que for perseguido em meu nome.
- Mas eu só queria comandar uma igreja, pregar no domingo, aconselhar uns e outros, visitar os doentes.
- Bah! Comandar o que se eu que sou o cabeça? Pregar pra que se antes que alguém coloque em prática já terá outra pregação, e outra, e outra. Te chamei para ser como Eu, para viver em harmonia comigo, praticar o que lhe ensino e ajudar e ser ajudado pelos seus irmãos.
- Mas e o pastorado?
- Vai bem, obrigado.
- E minha igreja?
- Tá ai... ali... aqui... acolá.
- E os cultos dominicais?
- Você aguenta aquilo? Faz tempo que não vejo um... até porque quando vejo, o sujeito que prega quer dizer o que Eu penso. Não aguento gente que pensa que sabe o que Eu penso!
- Mas e a unção? E o Espírito Santo? E tudo que sentimos congregando com os irmãos?
- Normalmente quando você está lá, o Espírito Santo está tentando jogar gotas de bondade no coração de um mendigo que tem que aguentar o frio da noite, acalmando um rico desesperado que não vê sentido na vida, consolando uma criança que foi violentada pelo padastro, ou mesmo tranquilizando um jovem prestes a prestar um vestibular. Enfim... Eu (o Espírito Santo) estou por ai, trabalhando :-)
- Mas não é bom que estejamos com nossos irmãos?
- É sim... principalmente quando me cultuam.
- Ah bom!
- Por exemplo quando um irmão ajudou a empregada que perdeu tudo da sua casa na enchente. Chamou outros irmãos e todos foram à sua casa, ajudar a limpar, montar móveis conseguidos através de doações do corpo.
- Como assim? Você só fala de ação social, de ajudar, cristianismo é só isso Deus? Só ajuda, ajuda, ajuda, pobre, pobre, pobre, miséria!
- Filho, você já leu sobre o que Eu fiz quando me tornei homem? Não que seja só ajuda, você pode me cultuar se refrescando numa cachoeira, ou simplesmente agradecendo porque eu permito que seus impulsos nervosos passem pelo seu corpo e você possa piscar um olho.
... silêncio. (Adoro orações que terminam com silêncio...rs)
Segue o comentário:
É...essa questão ficou na minha cabeça por muito tempo.
Uma breve oração :-)
- Senhor eu fui chamado?
- Sim meu filho.
- Então me de capacidade para liderar seu rebanho.
- Liderar?! Servir meu filho.
- Sim, eu vi no congresso da SEPAL, líder que serve, né? Não vejo a hora de ser pastor.
- Pastor?! Servir meu filho.
- Eu não fui chamado para ser pastor?
- Foi chamado para me seguir, e ai? Vamos?
- Mas eu não sou especial? Não tenho uma missão?
- Você é especial, por isso te chamei para me seguir, agora se quiser uma missão, quem sabe um dia você será meu mártir.
- Mártir?
- É uma honra... bem aventurado aquele que for perseguido em meu nome.
- Mas eu só queria comandar uma igreja, pregar no domingo, aconselhar uns e outros, visitar os doentes.
- Bah! Comandar o que se eu que sou o cabeça? Pregar pra que se antes que alguém coloque em prática já terá outra pregação, e outra, e outra. Te chamei para ser como Eu, para viver em harmonia comigo, praticar o que lhe ensino e ajudar e ser ajudado pelos seus irmãos.
- Mas e o pastorado?
- Vai bem, obrigado.
- E minha igreja?
- Tá ai... ali... aqui... acolá.
- E os cultos dominicais?
- Você aguenta aquilo? Faz tempo que não vejo um... até porque quando vejo, o sujeito que prega quer dizer o que Eu penso. Não aguento gente que pensa que sabe o que Eu penso!
- Mas e a unção? E o Espírito Santo? E tudo que sentimos congregando com os irmãos?
- Normalmente quando você está lá, o Espírito Santo está tentando jogar gotas de bondade no coração de um mendigo que tem que aguentar o frio da noite, acalmando um rico desesperado que não vê sentido na vida, consolando uma criança que foi violentada pelo padastro, ou mesmo tranquilizando um jovem prestes a prestar um vestibular. Enfim... Eu (o Espírito Santo) estou por ai, trabalhando :-)
- Mas não é bom que estejamos com nossos irmãos?
- É sim... principalmente quando me cultuam.
- Ah bom!
- Por exemplo quando um irmão ajudou a empregada que perdeu tudo da sua casa na enchente. Chamou outros irmãos e todos foram à sua casa, ajudar a limpar, montar móveis conseguidos através de doações do corpo.
- Como assim? Você só fala de ação social, de ajudar, cristianismo é só isso Deus? Só ajuda, ajuda, ajuda, pobre, pobre, pobre, miséria!
- Filho, você já leu sobre o que Eu fiz quando me tornei homem? Não que seja só ajuda, você pode me cultuar se refrescando numa cachoeira, ou simplesmente agradecendo porque eu permito que seus impulsos nervosos passem pelo seu corpo e você possa piscar um olho.
... silêncio. (Adoro orações que terminam com silêncio...rs)
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